Falar de amor é falar de você, de instantes que ninguém compreenderia... é sorrir, brincar, brigar e, logo depois, estar junto... Falar de amor é lembrar de você... fala-se de amor com o toque, a magia do olhar, as lágrimas de saudade deslizando sobre o sorriso ao lembrar do riso seu... Falar de amor é pensar em coisas simples... é querer dividir, somando e ao somar, dividir... é rir por qualquer coisa, partilhando o mesmo sanduíche e a mesma coca-cola... Falar de amor é querer sentir o seu beijo... é sentir você e jamais saber quem é quem... se você sou eu ou se eu sou você... Falar de amor é compreender que nem tudo é possível ou perfeito... mas que podemos e devemos sonhar com o impossível e sabermos que para o amor não existe essa história de perfeição e imperfeição... Falar de amor é falar de ser feliz... é lutar por um ideal sabendo que, no começo, meio e fim, há você... Falar de amor é não falar... é sentir cada momento como um ritual... Falar de amor é esperar... sem querer saber se as horas passam devagar ou depressa... é simplesmente esperar por quem sabemos que nos espera... Falar de amor é entregar... uma entrega total, livre, sem medo de se perder no ser a quem se ama... pois é nele que nos encontramos, a viver... Falar de amor é conjugar o nós... não existindo o eu ou o você.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
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